
The Age of Innocence, Martin Scorsese, 1993.
Para todas as pessoas que se queixam das adaptações para o cinema, e dizem não serem "tão boas quanto o livro", este é um exemplo claro de que um filme de sucesso pode alcançar níveis que as limitações de palavras impressas em uma página não permitem aos livros. A cena final, quando Archer viaja para Paris com seu filho crescido cerca de 25 anos após seu último encontro com Ellen Bernstein, é devastador de uma forma que o livro não poderia ser. A cena é uma brilhante demonstração de poder do cinema de combinar as imagens visuais com música, incutindo na platéia exatamente a emoção o diretor espera alcançar. Um escritor pode criar imagens com as palavras, mas ela não pode incluir movimentos de câmera e trilha sonora.
